Não é software. Não é curso. É Ricardo Fiuza — advogado e estrategista — trabalhando diretamente com seus sócios para transformar inteligência artificial em resultado jurídico mensurável.
Escritórios e departamentos jurídicos que chegam até aqui geralmente compartilham o mesmo cenário.
Cada advogado usa ChatGPT do seu jeito. Sem contexto do escritório, sem prompts validados, sem controle de qualidade.
Dados de clientes em ferramentas abertas, sem política de uso, sem ciência dos sócios. O risco existe — só não foi documentado ainda.
IA é usada, mas não se sabe quanto tempo economizou, qual qualidade melhorou, ou onde gerou valor real para o escritório.
As ferramentas chegaram antes da pergunta: para onde queremos ir com isso? IA como tática sem estratégia não escala.
Cada eixo resolve uma camada diferente do problema. O valor real emerge quando operam juntos.
RF Intelligence não atende a todo mundo. O modelo funciona melhor em contextos específicos.
Todo engajamento começa com um sprint de diagnóstico. Curto, objetivo, com entregável concreto.
Ricardo entende o contexto do escritório: como vocês trabalham hoje, o que já tentaram com IA, quais são as dores reais. 45 minutos. O objetivo é entender se faz sentido avançar — para os dois lados.
2–3 semanas de imersão. Entrevistas com sócios e advogados, análise de workflows, mapeamento de ferramentas, identificação de quick wins e riscos. Entregável: relatório de 15–20 páginas com recomendações priorizadas e roadmap de IA para o escritório. Você fica com o diagnóstico independente de continuar.
Com o diagnóstico em mãos, o escritório decide se quer avançar para implantação contínua — curadoria, mentoria estratégica, infraestrutura. O diagnóstico garante que a decisão de continuidade é informada, não baseada em promessa.
Ricardo habita o escritório como extensão da liderança jurídica. Não como um fornecedor externo — como alguém que entende o negócio e evolui junto com ele. Resultado esperado no mês 1: IA funcionando no contexto real, prompts validados, primeiras métricas de impacto.
A maioria dos consultores de IA não entende de direito. A maioria dos advogados não entende de IA. Ricardo é um dos poucos pontos de intersecção real: formação jurídica sólida, prática em operações complexas, e imersão profunda em sistemas de inteligência artificial aplicados ao contexto brasileiro.
O que diferencia a abordagem: Ricardo não vende ferramenta. Trabalha como estrategista — entende o negócio jurídico, mapeia onde IA gera valor real, e permanece presente para garantir que a implementação produza resultado, não apenas adoção.
O modelo é peer-to-peer: Ricardo fala com sócios-gestores de igual para igual, como alguém que entende os trade-offs de dirigir um escritório — não como um vendor que precisa vender assinatura.
Sem pitch, sem apresentação de slides. Ricardo escuta o contexto do escritório e diz honestamente se faz sentido avançar. Sem compromisso.
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